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Fórum de debates na internet.  Resposta Prof° Pelicano

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Olá Subcontramestre!

Bom! como eu já citei antes, e deixo claro aquí, é que não sou africanista, muito menos indigenista, mas confesso que na atualidade tenho muito mais preocupação com os nativos do Brasil, após fazer pesquisas da capoeira com a matriz indígena, pois segundo dados do IBGE, hoje os índios do Brasil são apenas 0,4% da população Nacional, isso devido ao extermínio que até nos dias atuais ocorre, devido os interesses de fazendeiros em suas terras, além de que o índio está perdendo suas culturas com a chamada evolução e ao se misturar com os brancos ele some automaticamente, não sei se entende. mas como citou que luta pela negritude, isso é um ato nobre, eu por exemplo luto pelos menos favorecidos, seja negro, branco, amarelo ou vermelho.

Na Bahia tem o museu dos Pataxós, tem referências por lá até de berimbau ou algo muito semelhante, as danças de guerras indígenas, são muitas ainda existentes dos poucos índios do Brasil, e muitas tem certa semelhança com a capoeira.

Eu acredito na africanidade contida na capoeira, mas não acredito na raíz africana, e sim na raíz indígena, e é nítido e notório o papel do negro no processo evolutivo da capoeira, mas sou contra a palavra afro-brasileira, tenho um pensamento nacionalista e acredito que tudo que nasce aquí é simplesmente brasileiro, e não precisa de adjuntos afro-euro ou algo mais, além de que tal termo insufla o racismo a meu ver, e sou contra qualquer tipo de preconceito, agora acreditar na Matriz indígena ou africana da capoeira, isso é uma questão de visão, e eu exponho a minha com base a estudos e lógicas, e indícios existem muitos, mas prova, até agora nenhuma e nem que ela seja afro-brasileira está provado, são apenas especulações de estudiosos e a maioria nem capoeiras são, ou seja, não tem o faro.

E o que eu estudo eu compartilho, mas ninguém é obrigado a acreditar, mas sim comprovar ou provar o contrário.

Forte abraço e valeu por participar, isso só aumenta o conhecimento mútuo.

Douglas Tessuto (Professor Pelicano - Historiador da arte e cultura capoeira)

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